Cláudio Moreira Bento

Currículo cultural sintético do Cel Cláudio Moreira Bento

Natural de Canguçu -RS onde nasceu em 19Out 1931.Filho de Conrado Ernani Bento e Cacilda Moreira Bento.Esta descendente dos primeiros povoadores de Canguçu, das famílias Mattos, Borba, e Gomes.Iniciou sua carreira como soldado na 3a Cia Com em Pelotas-RS.Asp de Eng em 15Fev55 da Turma Aspirante Mega.Comandou o 4º Batalhão de Engenharia de Combate em Itajubá -MG, l981-82 e dirigiu o Arquivo Histórico do Exército, 1985-90, tendo, como oficial de Estado-Maior servido no Comando Militar do Nordeste, Estado-Maior do Exército, Departamento de Engenharia e Comunicações, Comando Militar do Sudeste, Academia Militar das Agulhas Negras e 1a Região Militar .

Historiador Militar consagrado, com mais de 40 títulos publicados e mais de 1000 artigos em periódicos civis e militares do Brasil e Estados Unidos, sobre História Militar e, em especial, a do Exército.Seu artigo Participação das Forças Armadas do Brasil na 2ª Guerra, publicado em inglês na Military Review, do Exército dos EUA está acessível na Internet.Integra as principais instituições nacionais de História: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro/ 1978(sócio emérito); Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (membro benemérito); Academia Brasileira de História(patrono: Gen Tasso Fragoso) e as academias de História de Portugal, Real de Espanha e da Argentina, o Instituto Histórico e Geográfico do Uruguai, o Instituto Bolivariano do Rio de Janeiro e o Marechal Ramon Castilha Brasil-Peru.Fundou em 1986 e preside o Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul(IHTRGS) e fundou as academias Canguçuense, Resendense e Itatiaiense de História.Das duas últimas é Presidente Emérito e da 1a Presidente. Idealizou a de Itajubá-MG, da qual é Presidente de Honra.Presidiu a fundação da Academia Barramansense de História da qual é acadêmico na cadeira Mal Floriano Peixoto.Pertence aos institutos históricos do RS,SC,PR,SP,MG,MT,RJ,PB,RN,CE e das cidades de São Luiz Gonzaga, São Leopoldo, Pelotas, Sorocaba-SP e Petrópolis.É correspondente das academias de Letras do Rio Grande do Sul e Paraíba e da Academia Petropolitana de Poesia Raul Leoni .

Fundou em 01Mar1996, em Resende - A Cidade dos Cadetes, a Academia de História Militar Terrestre do Brasil(AHIMTB), com o apoio cultural da Associação Educacional D .Bosco.Academia que tem como patrono O Duque de Caxias e entre seus patronos de cadeiras 2 ex-comandantes da AMAN, os marechais José Pessoa e Mascarenhas de Moraes e os civis Pedro Calmon, Barão do Rio Branco e Vilhena de Morais, biógrafo do Duque de Caxias e Gustavo Barroso.

Foi instrutor de História Militar na AMAN/1978-80 onde, com apoio do Estado -Maior do Exército(EME) editou o manual Como Estudar e pesquisar a História do Exército Brasileiro que desde 1978 vem sendo adotado na AMAN e ECEME, particularmente no tocante à metodologia de pesquisa histórica.Coordenou então a edição dos livros textos História da Doutrina Militar e História Militar do Brasil, com apoio em recursos do EME e desde então livros textos na Academia Militar das Agulhas Negras(Há 20 anos ).

Coordenou o projeto, a construção e inauguração do Parque Histórico Nacional dos Guararapes, inaugurado em 19Abr1971, ocasião em que foram lançadas suas obras A Grande Festa dos Lanceiros(relacionando o Parque Histórico Mal Osório, inaugurado, e o Parque Guararapes ) e As batalhas dos Guararapes-descrição e análise militar, sobre a qual se manifestaram, elogiosamente, por escrito, Pedro Calmon, Câmara Cascudo, Gilberto Freyre, José Américo de Almeida, Mauro Mota, Nilo Pereira, Leduar Assis Rocha, etc.e os historiadores militares generais Aurélio Lyra Tavares, Antônio Souza Júnior, Carlos de Meira Mattos, Coronel Ruas Santos, entre outros.Trabalho no qual foram baseados a Maqueta e mapas explicativos das batalhas, constantes de Sala sob o Mirante dos Guararapes, inaugurada em 20 de abril de 1998, pelo Exmo Sr Ministro do Exército Zenildo de Lucena, conforme consta dos referidos mapas e foi anunciado pelo mestre de cerimônias na inauguração do Mirante.Participou em 14-15 abril do Iº Simpósio Guararapes, onde abordou, na SUDENE, o tema As Batalhas dos Guararapes e foi distinguido pelo Comando Militar do Nordeste para ali hastear a bandeira nacional em homenagem a seu pioneirismo, há 29 anos, na idéia do 1º Parque Histórico Nacional, hoje concretizado, e lançamento de seu livro sobre as batalhas, o qual ajudou a que a data da 1a batalha dos Guararapes, em 19Abril1648, fosse considerada, por decreto presidencial, o Dia do Exército, que ali despertou seu espírito, junto com o de nação brasileira .

Foi coordenador científico, em 1971, do Projeto Rondon dos Guararapes, que contou com a participação de 5 cadetes da AMAN, alunos e alunas universitárias de Ciências Humanas vindos de diversos locais do Brasil, para pesquisarem a Insurreição Pernambucana, com vistas à construção do Parque Histórico Nacional dos Guararapes citado, do que resultou o livro por eles escrito O Projeto Rondon nos Guararapes, que foi editado pela SUDENE, com apoio de seu Superintendente, o então Gen Bda Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira.Os estudantes retornaram na inauguração do Parque, em 19 de abril de 1971, trazendo as bandeiras de seus estados, que hastearam no Morro do Telégrafo, a do Brasil e a de Portugal, hasteadas respectivamente por um cadete da AMAN e um cadete de Engenharia de Portugal.Experiência que inspirou a criação, pelo Cel Bento, da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, voltada para a juventude militar atualmente freqüentando as escolas do Exército e as das Forças Auxiliares.

Foi adjunto da Presidência da Comissão de História do Exército do Estado -Maior do Exército, que editou a História do Exército Brasileiro em 3 volumes, cabendo-lhe, como historiador convidado, abordar as guerras holandesas.História ora reeditada com apoio da Odebrecht e relançada no Forte do Brum em 20 de abril de 1998, em cerimônia presidida pelo Exmo Sr Ministro do Exército Zenildo de Lucena, com a denominação de O Exército Brasileiro na História do Brasil, com novas ilustrações e coordenada pela DAC/BIBLIEx. Presidiu: Comissão que editou Revista do Exército comemorativa do bicentenário do Forte de Coimbra, que resultou na escolha do Forte de Copacabana como Museu do Exército e sua conseqüente criação no final dos anos 80, além de haver cooperado no texto relativo ao Salão Império do Museu; Comissão de História Militar de A Defesa Nacional, na administração, da BIBLIEx, do Cel Aldílio S.Xavier.Revista de que foi conselheiro editorial por longo tempo.

Possui 7 prêmios em concursos literários no Brasil e Estados Unidos onde se destacam: pela BIBLIEx, 1o lugar com o Exército e a Abolição e o Exército na Proclamação da República e O Negro na Sociedade do Rio Grande do Sul, 1o lugar em Concurso Nacional .Primeiro lugar pela Military Review com a pesquisa O Exército no desenvolvimento -o caso brasileiro, 2o prêmio com O Gaúcho fundador da Imprensa Brasileira, pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e Associação Rio Grandense de Imprensa e 2o lugar em concurso nacional com a obra Estrangeiros e descendentes na História Militar do Rio Grande do Sul, comemorativo ao Biênio da Colonização e Imigração para o Rio Grande do Sul em 1975-76.Foram destaque especial em 1989 e 1990 pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial(ABERJ) suas obras Quartéis Generais das Forças Armadas do Brasil e A Guarnição Militar do Rio de Janeiro na Proclamação da República, editadas pela FHE-POUPEx, e premiado com a Monografia A Produção de Estimadas, em concurso Argus promovido pela EsNI em 1976.As duas obras, antepenúltima e penúltima, mais seus álbuns Escolas de Formação de Oficiais das Forças Armadas (FHE-POUPEx) e A História do Brasil através de seus fortes decoram paredes de comandos e tropas espalhados por todo o Brasil.

Sua bibliografia consta do Dicionário de historiadores brasileiros v.1 do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e do Dicionário Biobibliográfico Gaúcho (Martins Livreiro) e do site pt.wikipedia.org/wiki/Cláudio_Bento

Produziu e foram lançadas em 1995 no Rio Grande do Sul as seguintes obras suas dentro do Projeto O Exército na Região Sul; História da 3ª Região Militar 1809-1995 e Antecedentes, em 3 volumes, que traduzem a História Militar do Exército no Rio Grande do Sul e que foi completada com Comando Militar do Sul -4 décadas de História /1953-95 e Antecedentes.

Já lançou a História da 8a Bda Inf Mtz, a História da 6a DE, a História da 3a Bda C Mec, a da 6ª Bda Inf Bld e a da Artilharia Divisionária da 6ª DE (AD/6), além dos livros Caxias e a Unidade Nacional e 2002, 175 anos da batalha do Passo do Rosário.Desenvolve atualmente os livros História Militar Terrestre da Amazônia e a História da 2ª Bda C Mec (Uruguaiana).Lançou também, em 2003, a plaqueta A Educação Cívico-Militar na visão do Capitão da Guarda Nacional João Simões Lopes Neto.Coordenou o 13o Simpósio de História do Vale do Paraíba, que teve por tema pioneiro A Presença Militar no Vale do Paraíba, realizado de 3-5 julho1996 na Fundação Educacional D.Bosco, na Academia Militar das Agulhas Negras em Resende e no Centro Sargento Max Wolf em Itatiaia e que contou com a presença de ilustres historiadores militares e civis.

O Cel Bento se dedica à História Militar Terrestre do Brasil dentro do seguinte contexto, definido pelo Marechal Ferdinand Foch, o comandante da vitória Aliada na 1a Guerra Mundial:

"Para alimentar o cérebro(comando) de um Exército na paz, para melhor prepará-lo para a eventualidade indesejável de uma guerra, não existe livro mais fecundo em lições e meditações do que o da HISTÓRIA MILITAR ."

Isto por considerar também a História Militar como o Laboratório de Táticas e Estratégias e, por via de conseqüência, contribuir para o desenvolvimento doutrinário militar dos Exércitos.

Acaba de ser lançada pela Biblioteca do Exército sua obra A Guerra de Restauração do Rio Grande do Sul aos espanhóis /1774-76, baseada no Diário de Campanha inédito em português do Ten Gen Henrique Böhn, que comandou o Exército do Sul /1774-77, que reconquistou o Rio Grande do Sul aos espanhóis e que liberou as terras de Pelotas e Canguçu para povoamento por Portugal.

Possui as seguintes condecorações: Comendador do Mérito Militar, Medalha Militar de Ouro com passador de platina por mais de 40 anos de bons serviços ao Exército, Pacificador, Oficial da Ordem do Mérito das Forças Armadas, Ordem do Mérito Tamandaré pela Marinha, Medalha de Honra da Inconfidência, Medalha Santos Dumont, Marechal Mascarenhas de Morais, Mérito Cívico pela Liga de Defesa Nacional, Comenda Conde de Resende e J.Simões Lopes Neto pelas Câmaras de Resende e Pelotas, respectivamente.

Historiador Emérito pela 8aBdaInfMtz em Pelotas, cuja denominação histórica Mal Manoel Marques de Souza 1º, pesquisou e instruiu processo de concessão .

Teve transcrito nos Anais da Assembléia Legislativa de Goiás seu artigo, em 1972, do Correio Braziliense -Um filho de Goyáz, herói da Integridade e da Independência do Brasil( Mal Xavier Curado), bem como na Câmara Federal, trabalho seu sobre o centenário de morte do Duque de Caxias, em 1980, por proposta do deputado federal pernambucano Dr.Lucena.E na Câmara de Recife trabalho alusivo ao centenário do Patrono da Artilharia, Mal Mallet, no Comando das Armas de Pernambuco e nas câmaras de Resende e de Diamantina, respetivamente, seu discurso sobre o Conde de Resende no aniversário da cidade em 1992 e outro sobre O diamantinense, que foi o cérebro da Revolução Farroupilha na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.Por indicação do sr Ministro do Exército e apoio logístico de sua assessoria parlamentar, participou de Simpósio na Câmara Federal, comemorativo do Centenário de Canudos, tendo ali defendido a Força Terrestre de manipulações que a apresentavam ao Povo, injustamente, como a responsável pela Tragédia de Canudos, em realidade uma responsabilidade da Sociedade Civil da época, ou de todos os avós e bisavós dos brasileiros.Idêntica postura transmitiu em entrevista pela Globo News em que as falsas e manipuladas acusações vieram à tona e foram rebatidas sem contestação.Idêntica postura em reportagem de O Globo e oferecida a outras publicações brasileiras .

Assinou o Livro de Honra do Corpo de Cadetes em 1955, p.42,18ª linha, por haver realizado seu curso de oficial sem nenhuma punição.Em 1993/94 foi o Diretor Cultural da SORAAMAN (Sociedade Resendense de Amigos da AMAN) quando publicou a plaqueta 1994-Jubileu de Ouro da Academia Militar das Agulhas Negras em Resende.Sociedade constituída de civis e militares destinada a estreitar os laços de amizade entre as comunidades resendense e a acadêmica.

Foi o Diretor Cultural e da Revista do Clube Militar no centenário do Clube, tendo colaborado e coordenado e Revista do Clube Comemorativa e enriquecido o seu museu com quadros históricos que promoveu e fez as legendas.Integrou a Comissão do Exército no Centenário da República e da Bandeira, tendo colaborado e coordenado O Caderno da Comissão do Exército Comemorativa dos centenários da República e da Bandeira, publicado em parceria pela BIBLIEX e pelo SENAI, este presidido então pelo Cel Arivaldo Silveira Fontes que também editou livro do Cel Bento O Exército na Proclamação da Republica /1989, que fora premiado pela BIBLIEx, lançado na ECEME e distribuído amplamente na AMAN .

Publicou com apoio da Odebrecht: A Participação da Marinha Mercante e das FFAA do Brasil na 2a Guerra Mundia,l comemorativo aos 50 anos do Dia da Vitória e distribuído amplamente na AMAN.A pedido do Cel Sérgio Westphalen Echegoyen, comandante das CIAS SUL(Cruz Alta-RS), elaborou pesquisa sobre os 68 sargentos heróis da FEB, para emular os alunos daquela Escola de Sargentos.Trabalho que difundiu em palestra na Escola de Sargentos das Armas, a convite de seu comandante e das unidades às quais pertenceram os bravos heróis e que participaram da 2a Guerra Mundial.

Possui várias distinções civis onde se destacam a de cidadão itajubense por unanimidade pela Câmara de Vereadores em 1982, a de Comendador da Ordem J.Simões Lopes Neto pela Câmara de Pelotas, a de Irmão da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, brasão de Canguçu, em reconhecimento "AO FILHO ILUSTRE, PELA RECONSTITUIÇÃO DA MEMÓRIA COMUNITÁRIA" (Set 91).Orador oficial na Câmara de Resende no aniversário da cidade, quando resgatou a memória do Conde de Resende, em cujo estudo esta se apoiou para criar a Comenda Conde de Resende.Câmara que acaba de aprovar, por unanimidade, Moção Congratulatória por sua atuação, de 1991 a 97, para o resgate e divulgação da História de Resende e Itatiaia.Foi orador, em 13 de abril, na cerimônia de inauguração, no Batalhão Escola de Engenharia em Santa Cruz-RJ, do Memorial ao Patrono da Arma de Engenharia, o Ten Cel Vilagran Cabrita.Integra a Confraria dos Cidadãos de Resende, voltada para o culto da cidadania, na função de Tribuno.

Pois desde 1991 tem escrito sobre a História de Resende onde se destacam seus livros A Saga da Santa Casa de Misericórdia de Resende:1994-Jubileu de Ouro da AMAN em Resende(já citado); "Os puris primitivos habitantes do Vale do Paraíba : "Lenda resendense do Timburibá "; História Militar do Vale do Paraíba e," Resendenses na Guarda de Honra de D.Pedro na proclamação da Independência em 7 setembro de 1822.Foi distinguido pela Câmara de Resende com Voto de louvor pela brilhante participação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil nos 200 anos de Resende em 2001 .

Conferencista Emérito da ECEME, EsAO, EsIE e Instituto Militar de Engenharia onde, em 15Abr 98, pronunciou para os corpos docente e discente palestra de 2 horas sobre As Guerras Holandesas, em comemoração aos 350 anos da 1a batalha dos Guararapes e 4o ano do Dia do Exército.Tem pronunciado palestras na AMAN e em especial sobre a História da mesma aos novos cadetes, logo que nela ingressam.De igual modo tem atendido alunos da ECEME e em especial seus ex-alunos da AMAN, para ajudá-los com fontes históricas na elaboração de suas monografias, gravando para os mesmos seu pensamento e interpretações, o mesmo acontecendo em relação a pesquisas históricas de cadetes e da própria AMAN no seu arquivo pessoal sobre a história da mesma e antecessoras.Como diretor do Arquivo Histórico do Exército/1985-91, promoveu sessões comemorativas de centenários de generais brasileiros, resgatando expressivamente as memórias dos mesmos e suas preciosas lições .

Vem acompanhando e divulgando na mídia civil e castrense fatos expressivos recentes ocorridos na AMAN, relacionados com o culto das tradições da mesma.Estudou de 1938-44 no Colégio N.S.Aparecida de Canguçu; de 1945-50 no Ginásio Gonzaga de Pelotas, tendo se bacharelado no Curso Ginasial, com destaque, em 15 de dezembro de 1948.Concluiu o Científico, com destaque, em Porto Alegre, na Escola Preparatória de Cadetes no Casarão da Várzea.Como aspirante, 2o tenente, 1o tenente e capitão serviu em São Leopoldo/ 1955-57, em Bento Gonçalves (2 vezes, 1957-59 e 1961-66) e em Cachoeira do Sul/1959-61.Como presidente do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul presidiu encontros da entidade em Pelotas, Porto Alegre, Caçapava do Sul, São Gabriel, São Borja, Santana e Lavras .

Possui alentada produção histórica sobre a Zona Sul do Rio Grande do Sul na antiga Coluna Querência do Diário Popular de Pelotas, bem como no jornal Tradição de Porto Alegre, órgão de divulgação do MTG, no qual é considerado autoridade tradicionalista.

Passou sua vida nos seguintes locais: Canguçú-RS/1931-44; Pelotas/1945-50; Porto Alegre/1951-52; Resende -RJ/1953-54; São Leopoldo/1955-57; Bento Gonçalves e Veranópolis, destacado no vale dos rios da Prata e das Antas,/1957-59; Cachoeira do Sul/1959-61; Bento Gonçalves/1962-66 (sendo que no 2o semestre de 1964 na Vila Militar-Rio de Janeiro); Rio de Janeiro/ 1967-69 (na Praia Vermelha); Recife/1970-71; Brasília/1972-75; São Paulo/1976-77; Resende/1978-80; Itajubá -MG/1981-82; Rio de Janeiro/1983-85, no EM 1a RM e de 1985-91 no Arquivo Histórico do Exército, quando passou para a Reserva, passando a residir em Resende, onde construíra casa de campo em 1980 e para onde se fixou em definitivo em 1991, à sombra de sua mãe profissional, a AMAN.

Residiu destacado quando no 1o Btl Ferroviário, sucessivamente em Jabuticaba, junto a ponte ferroviária sobre o Rio das Antas (Bento Gonçalves); Rio da Prata (em Veranópolis junto a Gruta do Paco ); no KM 2, na altura do Passo do Governo (Bento Gonçalves) e na Linha Marechal Hermes (Violanda ) em Veranópolis e próximo de Muçum -RS.Tudo na construção do Tronco Ferroviário Sul, considerado serviço de natureza nacional relevante, conforme registram suas alterações.Foi pioneiro em 1963, como capitão, na perfuração do maior túnel ferroviário da América do Sul, o Túnel 19 Boca Norte, no qual revolucionou o rendimento de perfuração de no máximo 8 metros por semana para até 21 metros, tendo em conseqüência sido distinguido pelo seu comandante de Batalhão, Cel Dirceu de Araújo Nogueira, com a caminhonete Aero Willys que até então usara, até adquirir outra, para cumprir promessa feita junto ao então coronel Rodrigo Otávio Jordão Ramos, atual denominação histórica do 2o GEC em Manaus .

Revisou, com o concurso da AMAN, ampliou e condensou, num só volume, os originais de projetada reedição de As Batalhas dos Guararapes, análise e descrição militar, com apresentação de S.Exa.o Gen Ex Zenildo de Lucena e por sua Exa.instruído a BIBLIEx a publicá-lo.Obra em implantação em disquete no Web do CcomSEx, para apoiar estudos e pesquisas que se estenderam até 19 de fevereiro de 1999, 350 anos da 2a Batalha dos Guararapes.

Produziu para o Sistema de Ensino a Distância para preparação para a ECEME os trabalhos Lutas internas no período monárquico, Ação pacificadora do Duque de Caxias e Conflitos externos e lutas internas na consolidação da República/1889-97.

Produziu, faz cerca de 8 anos, para a FHE-POUPEX, pesquisa original sobre Os patronos nas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) ilustradas pelo pintor Newton Coutinho e que se destinariam a distribuição no seio da juventude militar brasileira, estudando em escolas das FFAA e potencialmente futuros associados à FHE-POUPEX .Lamenta o autor a falta de recursos para dar prosseguimento ao projeto que cobriria lacunas biográficas referentes a personalidades exemplares para a juventude militar, tão carente de obras sintética e ilustradas do gênero .

É também autor da obra inédita Moedas de Honra, que consolida a bibliografia sobre Ordens de Cavalaria vindas de Portugal até as honoríficas atuais, a nível federal, e condecorações militares.Obra inicialmente encomendada pelo GBOEx, na antepenúltima administração e não honrada pela penúltima, em relação à atual, que nem sequer indenizou o sofrido investimento intelectual e financeiro do autor.É obra essencial para o conhecimento do assunto pelos recipiendários.É importante disciplina auxiliar da História Militar e Civil do Brasil e está sendo implantada na Internet no Site da AHIMTB: pt.wikipedia.org/wiki/Cláudio_Bento, que a cada dia que passa vem sendo enriquecida com livros e artigos sobre História Militar Terrestre do Brasil .

Em 1972 foi autor do parecer solicitado ao EME pelo Ministério dos Transportes sobre o verdadeiro local da descoberta do Brasil, se em Porto Seguro ou Cabrália, opinando sobre a descoberta em Cabrália, do que resultou a decisão governamental de estender a rodovia federal até lá, conforme consta da obra: MAIA,Rocha.Do Monte Pascal a Cabralia.Rio de Janeiro,MT,l993.p.25-26.

Sua projeção atual na historiografia nacional e internacional resultou de seu desejo de escrever a História de Canguçu, sobre a qual produziu os seguintes trabalhos, entre outros:

- Canguçu, reencontro com a História,1983.História da Real Feitoria do Linho cânhamo do Rincão do Canguçu/1783-89.Município de Canguçu formação histórica: 200 anos da Igreja N.S da Conceição de Canguçu.Apresentação do livro de Ilka Neves Primeiros povoadores e batismos de Canguçu 1800-13.Colaborações na antologia anual do CIPEL: Canguçu na Revolução federalista; Guerra à gaúcha; As Pedras das Mentiras; A Educação em Canguçu - evolução; Canguçu, aspectos da Comunicação Social, até o advento da radiodifusão e apreciável volume de artigos em O Diário Popular de Pelotas e no O Liberal, de Canguçu.

Possui as principais fontes da História de Canguçu reunidas no Arquivo Conrado Ernani Bento, seu pai, iniciador da preservação das referidas fontes históricas.Arquivo que será colocado à disposição da pesquisa na sala da Casa da Cultura destinada à Academia Canguçuense de História.

Acaba de ser agraciado pela Câmara de Vereadores de Resende com a Comenda Conde de Resende.Está produzindo para o Jornal da SASDE(2ª DE -SP), Passagens da História Militar de São Paulo.

É colaborador da Revista Eletrônica da AHIMTB no site www.militar.com.br

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From: "Giorgis"
To: "Roberto Cohen"
Sent: Saturday, November 22, 2003 11:28 PM
Subject: Re: Bento Moreira

> Aí vai, Cohen. Abraços. Luiz Caminha.

Publicado em 12/12/2003.